quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cosplayer: Marianna Tamayose


Essa cosplayer de Santos é muito boa com seus trabalhos, mas não tem muitas informações sobre ela na internet. Então vou colocar mais fotos dela mesmo.







quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ásia e África: beleza fora dos padrões

Existem pessoas que são extremamente preconceituosas quando as pessoas não seguem os padrões de beleza de uma sociedade. Uma desses grupos, com certeza é o coreano, colocando pessoas em padrões impossíveis para os jovens. Sendo que eles TEM que seguir a ideia de beleza coreana. Contudo, algumas figuras notáveis quebraram esse estilo. Aqui cito só duas delas:
Yoon MiRae: Natasha Shanta Reid, também conhecida como Tasha Reid, é mais conhecida no mundo de k-pop como Yoon MiRae. E ela é uma rapper que nasceu no Texas, dos Estados Unidos da América, filha de um afro-americano e uma coreana. Ela debutou em 1996, no grupo Uptown. Nesse período, ela tinha somente dezessete anos. Já em 1999 ela formou o Tashannie, junto com Annie Lee. Mas em 2000 um escândalo envolvendo marijuana forçou o Uptown a se dissipar (voltaram em 2006 sem a Tasha). Mesmo assim, em 2001, a rapper de talento prosseguiu sozinha na carreira musical com o apelido de "T".
Tasha sofreu muita discriminação pela sua herança multi-étnica. Se tornou uma embaixadora e porta-voz de uma organização da juventude multicultural. Em 2007 ela se casou com o rapper Tiger JK. Eles tiveram um filho chamado Jordan.
Han Hyun Min: Han Hyun Min é o primeiro modelo Coreano-Africano da Coreia, e ele não está apenas mudando a paisagem da moda coreana, mas também tem sonhos de fazer algo grande no cenário internacional.
À primeira vista, Han Hyun Min não parece coreano, mas ele é. Nascido da união entre um pai nigeriano e mãe coreana, o modelo de 16 anos está mostrando sua singularidade em passarelas e sessões de fotos no país ainda muito homogêneo.
Infelizmente, o racismo ainda existe na indústria da moda coreana, mas Hyun Min não está deixando nada ficar em seu caminho. Designers chegaram a dizer para ele que sua cor de pele não era apropriada para eles, além de Hyun Min constantemente lidar com pessoas da indústria falando com ele apenas em inglês, mesmo sabendo-se que ele é coreano. Mas o jovem é mais maduro e mais forte do que as ignorâncias que lhe cercam. Depois de ter experimentado um photoshoot para a GQ Japan no ano passado, o jovem modelo agora tem sonhos de ir para o Japão, onde, segundo Hyun Min, toda a experiência foi mais única do que ele estava acostumado na Coréia.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Cosplays diversos (do Instagram) 27

Animia - Instagram: @animiaofficial

Bee - @noodlecupcos

Cheryl - Instagram: @whoanerdalert

Danica Rockwood - Instagram: @danica_rockwood 

Max - Instagram: @elfphy

Indelwyn - Instagram: @starfirecosplay

Jessica - Instagram: @jessiemariecosplay

Márika - Instagram: @marikagreek

Stella Chuu - Instagram: @stellachuuuuu

Sun_Z - Instagram: @sun_z

Trevor - Instagram: @trevraycosplay

domingo, 13 de agosto de 2017

De onde vem os desenhos de Goku com a roupa de Ayrton Senna?



Existe na internet uma imagem com os personagens de Dragon Ball (Goku, Gohan e Bulma, entre outros) com roupas da equipe de Ayrton Senna. Na época, quando este era um dos principais nomes da F1.
Acontece que desde do começo de sua carreira automobilística, sua vida era ligada com o Japão. Ou seja, sua equipe inicial Lotus, tinha um motor de origem japonesa. Um Honda.

Quando ele foi para a McLaren, levou consigo o motor da Honda. Ou seja, já notamos um apego entre ele e a empresa japonesa. O que faria os japoneses se afeiçoarem para ele. Nela, além de Ayrton Senna, tínhamos Alan Prost. 
Sendo que essa dupla era tão foda que ganhou 15 corridas de 16! Sendo que Ayrton Senna se sagrou como campeão, no Circuito de Suzuka, no Japão, em 1988. Mesmo com o carro quebrado e por seu colega de equipe!

Houve um rolo danado, em que Alan Prost queria ser o campeão, por isso falou que Ayrton usou atalhos. Se sagrando campeão, no lugar do brasileiro. Mas no ano seguinte, Senna deu o troco. Fazendo os dois rodarem da pista, o que por questão de pontuação, fez com que o nosso piloto ganhasse! Isso também ocorreu em Suzuka.
Literalmente, F1 estava fervilhando por lá
Por toda essa ligação com o Japão, a Shonen Jump patrocinou a McLaren. Em especial, por conta de Ayrton Senna. Além disso, vários desenhistas começaram a homenagear o piloto. Entre eles Akira Toriyama (Daí vem esses desenhos!). Tanto que o Akira lançou uma história chamada Battleman F-1 GP. Esse personagem (Battleman), desafia diversos pilotos da F1. Ele mistura fotos reais, com o personagem criado por Toriyama. Parece uma das antigas fotonovelas.

sábado, 12 de agosto de 2017

Estúdio Tatsunoko

Considerada por muitos como a maior companhia produtora de anime do Japão, a Kabushiki Gaisha Tatsunoko Purodakushon, ou Tatsunoko Productions, foi fundada em 1962 pelo lendário Tatsuo Yoshida, um dos pioneiros do anime. Nascido em 1932, Tatsuo era auto-didata, aprendendo a desenhar sozinho, logo fazendo fama como ilustrador de jornais em Kyoto, e mais tarde desenhista de manga em Tóquio. Percebendo o potencial da televisão, então recém-chegada ao Japão, Tatsuo decidiu mudar das páginas para as telas, e convidou seus dois irmãos mais novos, Kenji e Toyoharu, para criar um estúdio. Assim nascia a Tatsunoko, cujo nome em japonês significa tanto "criança de Tatsuo" quanto "cavalo-marinho", animal que é o mascote e símbolo da companhia até hoje.
Na época, e talvez até hoje, o maior estúdio do Japão era a Toei, que, diferentemente da Tatsunoko, fazia filmes para o cinema, e estava apenas começando a produzir filmes para a televisão, mas com atores de carne e osso. Ao começar uma produção de desenhos especialmente feitos para a TV, a Tatsunoko se tornou pioneira, e conseguiu um nicho que ocupa até hoje. Por pouco, inclusive, a Tatsunoko não conseguiu colocar no ar a primeira série de ficção regular para a TV em anime da história; Astro Boy, que detém este título, criada por outra lenda do anime, Osamu Tezuka, e produzida pela Mushi, estreou dia 1o de janeiro de 1963, quando a Tatsunoko ainda se estruturava e começava a produzir suas primeiras séries.
A primeira série da Tatsunoko, aliás, era bem parecida com Astro Boy: Uchuu Ace, que estreou dia 8 de maio de 1965 na mesma TV Fuji que televisionava Astro Boy, contava a história de Ace, um menininho alienígena que voava pelo espaço com a ajuda de uma espécie de pracha de surfe que criava do nada usando as mãos. Uchuu Ace teve 52 episódios, e mais tarde foi adaptado para um manga, mas não fez muito sucesso.
A segunda série produzida pela Tatsunoko, porém, faria com que ela conseguisse seu lugar no mapa dos maiores produtores de anime do Japão ao se tornar um sucesso no mundo inteiro: Mach Go Go Go, adaptação de um manga produzido pelo próprio Tatsuo Yoshida, estreou em 2 de abril de 1967, também na TV Fuji. Graças a seu grande suceso no Japão, a série teve seus direitos comprados pela americana Trans-Lux, que quis pegar carona no sucesso que anime como Astro Boy, Robô Gigante e Kimba, o Leão Branco, já estavam fazendo nos Estados Unidos. Como Mach Go Go Go é um nome meio esquisito, eles resolveram traduzi-lo para Speed Racer. Rapidamente, as aventuras de Go Mifune - que teve seu nome também traduzido para Speed Racer na versão americana - a bordo de seu Mach 5 se tornaram um grande sucesso também na América, e fizeram com que Speed Racer se tornasse um dos anime mais conhecidos do mundo.
No final da década de 1960, a Tatsunoko ainda produziria quatro anime, Guzula, Dokachin, Judo Boy e Hakushon Daimaou, que se tornaria conhecido aqui no Brasil como O Gênio Maluco. Para quem não sabe, Hakushon Daimaou, que em japonês significa "o gênio atchim", conta a história do menino Zeca (Kan, no original japonês), que encontra uma garrafa encantada: toda vez que alguém espirra, um gênio sai da garrafa, e é obrigado a realizar um desejo da pessoa que espirrou. Infelizmente, isto é mais complicado do que parece, pois o Gênio é medroso, preguiçoso, comilão - adora bolinhos de arroz - e um tanto atrapalhado, normalmente distorcendo sem querer o resultado do desejo, o que resulta em muita confusão para Zeca. Mas pior que ele é sua filha Geniazinha (Akubi, no original), que sai da garrafa toda vez que alguém boceja, com a mesma obrigação. Levada e sapeca, ela distorce os desejos de propósito, apenas para causar problemas. Hakushon Daimaou estreou dia 5 de outubro de 1969 na TV Fuji, e teve um total de 105 episódios - que alguém bem poderia se interessar de lançar em DVD aqui no Brasil.
Assim, a Tatsunoko foi construindo uma reputação de anime para toda a família, lançando no início da década de 1970 A Abelhinha Hutch, O Campeão de Judô, Hippo e Thomas e As Aventuras de Pinóquio, todos descobertos pela Saban e exibidos nos Estados Unidos - e, consequentemente, aqui no Brasil - na década de 1990. Uma série lançada em 1972, porém, daria uma guinada na direção do estúdio, que a partir de então se tornaria conhecido por seus anime de aventura e ficção científica: Kagaku Ninja Tai Gatchaman, também conhecido no ocidente como G-Force ou Batalha dos Planetas.
Considerado como o precursor dos Sentai, e inspirado pelo Kamen Rider, Gatchaman teve 105 episódios, nos quais uma equipe de cinco superninjas, vestindo uniformes coloridos que lembravam pássaros, combatiam os alienígenas conhecidos como Galactor, que queriam invadir a Terra e explorar todos os seus recursos naturais para usá-los em seus propósitos malignos. Gatchaman foi considerado extremamente inovador, por falar de ecologia, preservação dos recursos naturais e uso consciente da tecnologia em uma época em que ninguém se preocupava muito com isso. Assim como todo bom Sentai, os Gatchamen Ken, Ryu, Joe, Jinpei e Jun (a única mulher) usavam e abusavam de armas exóticas, veículos futuristas e robôs gigantes para enfrentar os Galactor, que normalmente os atacavam com os mesmos recursos. Como Speed Racer, Gatchaman conseguiu um sucesso mundial após ser exibido na América, e seu sucesso no Japão lhe rendeu duas continuações, Kagaku Ninja Tai Gatchaman II (1978) e Kagaku Ninja Tai Gatchaman F (1979), além de um remake, chamado simplesmente de Gatchaman (1994).
Depois de Gatchaman, a Tatsunoko passou a alternar produções para toda a família com séries de aventura e ficção científica ao estilo Tokusatsu. A primeira desta nova leva foi Shinzo Ningen Casshan, de 1973. Casshan, o protagonista, era um ciborgue que, com a ajuda de seu cachorro-ciborgue Friender e da humana Luna, combatia robôs originalmente criados para servir aos humanos, mas que se rebelaram e agora ameaçavam destruir a raça humana. Depois de Casshan, a Tatsunoko lançou Hurricane Polymar (1974), onde o detetive Takeshi Yoroi vestia um uniforme feito de um material especial que aumentava sua força, velocidade e resistência, para combater monstros que ameaçavam o Japão. Casshan e Polymar se tornaram personagens famosos - ambos ganharam novas séries na década de 1990, Casshan: Robot Hunter (1993) e New Hurricane Polymar (1996) - mas suas séries originais não tiveram vida longa: Casshan teve 35 episódios, Polymar, 26.
26 também foi o número de episódios de Uchuu no Kishi Tekkaman, série de 1975 que introduziu mais um heroi da Tatsunoko, o Cavaleiro Espacial Tekkaman. No final do Século XXI, a Terra está condenada, e a humanidade busca outro planeta para colonizar, sendo impedida pelos alienígenas conhecidos como Waldaster, que destroem todas as naves que deixam nosso planeta. Para derrotar os Waldaster e dar à humanidade uma chance de sobrevivência, o Dr. Amachi cria uma armadura capaz de aumentar a força e resistência de quem a veste, transformando seu usuário em Tekkaman. O piloto de testes Joji Minami é o primeiro a fazer uso da armadura para combater os alienígenas, se tornando talvez a última esperança da Terra. Assim como Gatchaman, Tekkaman ganhou duas continuações, Uchu no Kishi Tekkaman Blade (1992) e Tekkaman Blade II (1994).
Em 1977, a Tatsunoko lançou Yatterman, série de 108 episódios que misturava aventura e comédia. Nela, uma pedra misteriosa conhecida como Pedra da Caveira teria o poder de revelar a localização do maior veio de ouro do mundo a quem a encontrasse. O problema é que a Pedra da Caveira se quebrou, e seus pedaços se espalharam pelo mundo. A vilã Doronjo e seus comparsas Boyacky e Tonzura planejam reunir todos os pedaços da Pedra da Caveira para encontrar o veio de ouro, se tornarem milionários e dominarem o mundo, mas em seu caminho se colocarão dois adolescentes, o jovem gênio da mecânica Gan e sua namorada Ai. Para evitar que os vilões fiquem com a Pedra da Caveira e o ouro, eles se autodenominam Yatterman-1 e Yatterman-2, e usam várias invenções de Gan e de seu falecido pai. Em cada episódio, os vilões se metiam em muita confusão por causa de sua burrice, e sempre sofriam algum acidente no final que os deixava cada vez mais longe de conseguir a Pedra, enquanto Gan e Ai chegavam cada vez mais perto.
Tatsuo Yoshida faleceria de câncer no fígado no final de 1977, mas seus irmãos e sucessores continuaram guiando a empresa pelo mesmo caminho que ele estabeleceu. No início da década de 1980, a Tatsunoko fechou um contrato com a norte-americana Christian Broadcasting Network, para produzir um anime com temas bíblicos, chamado Superbook. Superbook se tornou um dos mais famosos anime da Tatsunoko na América, e teve duas temporadas de 26 episódios cada; na primeira, de 1981, o menino Sho (Christopher, na versão americana) encontra uma Bíblia encantada que o leva junto com sua amiga Asuza (Joy, nos Estados Unidos) e o robô Zenmaijikake (ou Gizmo) a várias viagens no tempo, nas quais eles presenciam eventos do Antigo e do Novo Testamento. Na segunda, de 1983, a Bíblia encantada se funde com um computador, e o cachorro de Sho, Ruffles, se perde no tempo, cabendo a Zenmaijikake e ao primo de Sho, Hisashi (Uriah, nos Estados Unidos), procurá-lo nos tempos bíblicos, guiados por Sho e Asuza através do computador. Entre as duas temporadas, em 1982, Superbook ganhou um spin-off, A Casa Voadora, onde três crianças, Gen, Kana e Tsukubo (Justin, Angie e Corkey, no ocidente) viajam com Dr. Tokio Taimu (ou Professor Humphrey Bumble) e seu robô Kadenchin (ou Solar Ion) em uma casa voadora que serve de máquina do tempo, presenciando vários eventos do Novo Testamento.
Continuando com sua tradição de alternar séries para toda a família com séries de aventura e ficção científica, junto com Superbook, em 1981, o estúdio também lançou Ougon Senshi Gold Lightan, série de 52 episódios na qual um menino chamado Hiro encontra um isqueiro que se transforma no robô gigante Gold Lightan, que tem a missão de proteger a Terra contra a invasão de alienígenas comandados pelo Rei Ibalda. Para isso, ele contava com a ajuda não só de Hiro, mas também de vários outros robôs gigantes espalhados pela Terra e disfarçados como objetos comuns, todos eventualmente transformados em brinquedos. No ano seguinte, foi a vez de Gyakuten! Ippatsuman, série futurista de 58 episódios ambientada no final do Século XX, onde a empresa Time Lease se utiliza de máquinas do tempo para conseguir qualquer item que seus clientes queiram alugar, mediante um preço. Quando vilões da concorrente Skull Lease decidem roubar os robôs que trazem os itens da Time Lease de diferentes épocas e usá-los para seus fins malignos, cabe ao heroi Ippatsuman impedi-los, recuperando os objetos.
Mas a série mais famosa da Tatsunoko nos anos 80 foi Super Dimension Fortress Macross, conhecida por muitos aqui no Brasil como Robotech. Também ambientada no final do Sèculo XX, Macross, de 1982, produzida em conjunto com a Studio Nue e a Artland, conta a história de uma gigantesca espaçonave de mesmo nome, construída na Terra com tecnologia dos alienígenas Zentradi após uma nave zentradiana se chocar com nosso planeta, que vaga pelo espaço levando todos os sobreviventes da raça humana, após os Zentradi destruírem a Terra.
A Macross também carrega jatos Valkyrie, capazes de se transformar em robôs gigantes para combater os Zentradi, que têm tamanho gigantesco se comparados aos humanos. Macross é até hoje uma das mais famosas franquias de ficção científica do Japão, com um total de três séries para a TV (embora as duas seguintes, Macross 7, de 1994, e Macross Frontier, de 2008, não tenham sido produzidas pela Tatsunoko, mas pela Ashi e pela Satelight, respectivamente), três filmes (sendo os dois mais recentes produzidos pela Studio Nue e pela Ashi, respectivamente) e nada menos que sete OVAs (séries fechadas lançadas direto em VHS ou DVD; apenas a primeira foi produzida pela Tatsunoko). Embora aqui no Brasil Macross e Robotech sejam considerados por muitos como a mesma coisa, Robotech, na verdade, foi uma série de 85 episódios e três temporadas exibida nos Estados Unidos; a primeira temporada corresponde a Super Dimension Fortress Macross, mas a segunda temporada corresponde a outra série da Tatsunoko ambientada no mesmo universo, Super Dimension Cavalry Southern Cross, que estreou no Japão em 1984, e na versão americana teve de sofrer algumas adpatações nos diálogos. A terceira temporada de Robotech, curiosamente, corresponde a um outro anime da Tatsunoko que não tem nada a ver com Macross, embora também tenha veículos que se transformam em robôs gigantes, Genesis Climber Mospeada, de 1983. Mesmo sendo essa salada toda, Robotech foi uma série de grande sucesso nos Estados Unidos, e atualmente a Warner Bros. negocia para transformá-la em um filme com atores de carne e osso.
Em 1987, a Tatsunoko produziu mais um grande clássico do anime, Akai Kodan Zillion. Em 1989, foi a vez de Shurato, que, aqui no Brasil, tentou pegar carona no sucesso dos Cavaleiros do Zodíaco. E em 1990 foi lançada mais uma série para toda a família bem conhecida dos brasileiros, Samurai Pizza Cats. A década de 1990 foi dedicada pela Tatsunoko a remakes e novas séries de seus personagens clássicos, com duas honrosas exceções: Video Girl Ai, de 1993, adaptação de um famoso manga, lançada no formato OVA; e Neon Genesis Evangelion, de 1995, produzida pela Gainax com a colaboração de vários artistas da Tatsunoko.
Em 2005, para comemorar os 40 anos do lançamento de seu primeiro anime, a Tasunoko lançou uma verdadeira superprodução, Karas, uma minissérie em seis episódios lançados originalmente em sistema de pay-per-view no Japão, depois direto em DVD, e condensados em dois filmes para lançamento nos Estados Unidos. Usando uma mescla de animações tradicional e por computação gráfica, Karas foi aclamado pela crítica, e ganhou vários prêmios. Ambientado em um mundo onde humanos e youkai ("espíritos", na falta de uma tradução melhor) convivem, o anime conta a história de Otoha, um ex-membro da Yakuza escolhido para o poder de Karas, que permite que ele se transforme em uma espécie de carro, uma aeronave, e um ser meio-youkai vestindo uma armadura espinhenta e exímio espadachim. Otoha deve usar o poder de Karas para derrotar seu antecessor, Eko, que possui os mesmos poderes, mas foi corrompido e planeja utilizá-los para dominar todo o Japão.
Pouco após o lançamento de Karas, a Tatsunoko foi comprada pela Takara, que por sua vez foi comprada pela TOMY, uma das maiores fabricantes de brinquedos do Japão. Por causa disso a produção de anime está meio reduzida, sendo os únicos projetos em curso um remake de Yatterman e uma continuação de Casshan. Mas, além do anime, a Tatsunoko decidiu se envolver em um projeto bastante curioso.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Danger3


O Danger 3 é a primeira banda a fazer trilhas sonoras originais inspiradas em anime songs para lançamentos de cultura pop no Brasil.
Anime songs (ou anison, como também é conhecido) é um estilo musical japonês que faz muito sucesso no mundo todo, e marcou muitas gerações, especialmente no Brasil. 
Em parte, isso se deve à liberdade que eles têm em transitar por diferentes gêneros musicais, muitas vezes criando algo novo. Esse é um dos objetivos do Danger 3: manter o espírito marcante e tradicional dessas trilhas e combiná-las com outras possibilidades (música brasileira, por exemplo).

O Danger 3 é formado por três cantores/ compositores:
Ricardo Cruz: único estrangeiro a fazer parte, há mais de uma década, do supergrupo japonês JAM Project, formado pelos maiores artistas do gênero do Japão e responsável por diversas trilhas famosas (One Punch Man, Bakuman, Super Robot Wars etc). 
Rodrigo Rossi: gravou e adaptou diversos temas de anime importantes para o português. Entre eles, Cavaleiros do Zodíaco e Dragon Ball Z. Ao mesmo tempo, é o líder da banda de heavy metal REC/ALL, que reúne alguns dos maiores nomes da cena nacional.
Larissa Tassi: intérprete da primeira música brasileira da série Cavaleiros do Zodíaco, lançada em 1995 pela Sony Music e pela qual recebeu disco de ouro. Após um hiato, Larissa voltou a gravar temas para Cavaleiros a partir dos anos 2000 para as sagas mais recentes da série. 
A banda é produzida por Renato Tribuzy, da @Artentretenimento, que tem uma longa carreira musical, inclusive compondo e tocando ao lado de lendas do heavy metal como Bruce Dickinson e Michael Kiske.
A missão do Danger 3 é combinar as experiências musicais deste time e transitar do oriente ao ocidente, sem barreiras ou restrições, de maneira a criar uma marca sonora distinta e atual.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Cosplayer: Larita Geek


Larita Geek, é uma cosplayer, promotor de eventos e modelo de fotografia de Madri, Espanha.

Premiações em que participou:
-Jurada cosplay no ExpOtaku A Coruña 2017
-Jurada cosplay no Cartagena SeRemanga 2017
-Jurada cosplay no Extremanga 2016
-Jurada cosplay no FEMANCA 2016
-Jurada cosplay no SouthManga 2016
-Jurada cosplay no JapanZone 2H 2016

Instagram:
@larasanzmua
@laritageek
@wonderfulworldofcosplay